Perto de Tóquio vivia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direcção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: - Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
In your heart... Embrace me in your dream...
O Momento é tenso. A Paisagem, afrodisíacamente, torna-se colorida, como um sonho, um sonho bem lúcido. Paro. É só um sonho. Os nossos poros, tocam-se suavemente, complementando-se na pele. Fecho os olhos, deixando-me enfeitiçar pela magia da profunda leveza do momento. Flutuo então, como no leito de um rio, sem peso, ouvindo a floresta em redor. Desaguo nos seus lábios, num profundo e ternuroso beijo. Aquele Beijo. <3 Amo-te.
Rui Duarte, 9 de Março de 2010.
Rui Duarte, 9 de Março de 2010.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Pensamento de Hoje
The Difference between experiecing and seeing is that seeing, we can see the environment, experiencing, we are part of the Environment.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
The Golden Number - My Explanation
Boa noite. Para segundo post do meu blog, vou falar da minha opinião sobre o Golden Number, o número dourado. Acho uma temática interessante. Espero que comentem ^^.
Ora bem, tudo o que existe foi criado e baseado na matemática: o universo, as reacções e relações de objectos inseridos nele, tudo pode ser reduzido em termos de números. O nosso conhecimento não é o suficiente para conseguirmos tal grau de redução porque simplesmente ninguém inventou a matemática, ela ja existia.
Então não e possível decompor tudo em números porque não temos essa capacidade, mas mesmo assim é possível decompor certas coisas em fórmulas matemáticas.
O golden number pode ser varias vezes visto no nosso quotidiano pois se pensarmos muito nele a nossa mente esta consciente do facto do numero ser um numero matemático convencional para uma data de formulas matemáticas que facilitaram a construção da tecnologia hoje em dia. Mas o numero acaba por ser essencial em decompor muitas formulas que explicam muitas reacções como o período de congelação da agua, a taxa de evaporação de certos elementos e por ai fora.
Por fim o acto de pensar no numero serve de gatilho para que o nosso cérebro comece a decompor a realidade em termos matemáticos, o que temos na mente é o numero dourado e por isso o nosso cérebro vê e decompõe todos os factores para darem o numero dourado. O que significa que em toda a nossa vida somos confrontados por Matemática, querendo ou não querendo, gostando ou não gostando, o nosso cérebro actua com matemática e tudo é composto por números.
Ora bem, tudo o que existe foi criado e baseado na matemática: o universo, as reacções e relações de objectos inseridos nele, tudo pode ser reduzido em termos de números. O nosso conhecimento não é o suficiente para conseguirmos tal grau de redução porque simplesmente ninguém inventou a matemática, ela ja existia.
Então não e possível decompor tudo em números porque não temos essa capacidade, mas mesmo assim é possível decompor certas coisas em fórmulas matemáticas.
O golden number pode ser varias vezes visto no nosso quotidiano pois se pensarmos muito nele a nossa mente esta consciente do facto do numero ser um numero matemático convencional para uma data de formulas matemáticas que facilitaram a construção da tecnologia hoje em dia. Mas o numero acaba por ser essencial em decompor muitas formulas que explicam muitas reacções como o período de congelação da agua, a taxa de evaporação de certos elementos e por ai fora.
Por fim o acto de pensar no numero serve de gatilho para que o nosso cérebro comece a decompor a realidade em termos matemáticos, o que temos na mente é o numero dourado e por isso o nosso cérebro vê e decompõe todos os factores para darem o numero dourado. O que significa que em toda a nossa vida somos confrontados por Matemática, querendo ou não querendo, gostando ou não gostando, o nosso cérebro actua com matemática e tudo é composto por números.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Primeiro Post. Caminhantes....
Boa Noite. Aqui começo um rumo. Este é o meu primeiro blogspot ( até agora apenas tinha um Skyrock ). Vou deixar aqui um pensamento da minha autoria. Escrevi-o à uns meses atrás. Espero que gostem, e deixem a vossa opinião ^^.
" O Verdadeiro caminhante nao reclama, concentra-se no seu caminho, absorvendo tudo da natureza. "
O que eu quis dizer:
Para obtermos as nossas próprias respostas, temos que observar e constatar.
A natureza dá-nos toda a matéria que precisamos para obter as respostas por nós próprios.
Temos que seguir o nosso caminho, não seguindo outros.
Por exemplo, se explorarmos a natureza de carro, vemos o ambiente em volta.
Se explorarmos a natureza a pé, somos parte do ambiente.
Ou seja, se seguirmos o caminho de outros, veremos o caminho dele.
Se seguirmos o nosso caminho, as sensações fortes somos nós que as sentimos, pois tudo é gerado à nossa volta.
" O Verdadeiro caminhante nao reclama, concentra-se no seu caminho, absorvendo tudo da natureza. "
O que eu quis dizer:
Para obtermos as nossas próprias respostas, temos que observar e constatar.
A natureza dá-nos toda a matéria que precisamos para obter as respostas por nós próprios.
Temos que seguir o nosso caminho, não seguindo outros.
Por exemplo, se explorarmos a natureza de carro, vemos o ambiente em volta.
Se explorarmos a natureza a pé, somos parte do ambiente.
Ou seja, se seguirmos o caminho de outros, veremos o caminho dele.
Se seguirmos o nosso caminho, as sensações fortes somos nós que as sentimos, pois tudo é gerado à nossa volta.
Subscrever:
Mensagens (Atom)